quarta-feira, 30 de abril de 2008

Homenagem

Então...
É o seguinte... ultimamente (ultimamente?) só uma pessoa tem comentado no meu blog.
Por isso que resolvi fazer uma homenagem a esse ser.
Nome?
Vinícius (+ sobrenome), no certificado de nascimento (e acredito que no RG).
Porém, ele gosta que o chamem de Tyler, Tyler Bazz (é, acho sonoro!).
Acontece que eu não me contento em chamá-lo apenas dessa maneira, então criei alguns
apelidos (carinhosos), como Manteiguinha, Cocaman, Tiger, Tigrão (esse acompanhado de uma imitação de "tigrão"), Mushroom, (creio que esse não é de minha autoria) ... e outros (deve ter outros)...
Mas vamos deixar esses detalhes para lá...
Bem, o Tyler ... ugh.. ééé... (limpa a garganta)... bem... ele... ééé... hã... (coça a cabeça com a mão direita)... como ia dizendo... humm... Putz, minha mãe está me chamando. Já volto.
1 hora...
2 horas...
3 horas...
n horas...

quinta-feira, 3 de abril de 2008

Moral da história

Numa noite de lua cheia, ele veio cambaleando. A garrafa quase vazia era a única coisa firme naquele homem. Tropeçou no próprio pé esquerdo e foi pendendo para o lado. Procurou algo para se apoiar. Viu um poço. Mirou o alvo e acertou: caiu lá dentro! No outro dia, todos comentavam: "Sim, foi a bebida. Ela levou aquele pobre sujeito ao fundo do poço."
by Taís Carla B. Cassemiro

quarta-feira, 12 de março de 2008

Quem dá as ordens

No meio do shopping aquele menininho, lá pelos seus quatro anos, começou a aprontar um escândalo, uma vez que o pai não havia comprado o boneco do homem-aranha que tanto desejava.


"Eu quero, eu quero", aos berros.


O pai estava furioso.


"Eu não vou comprar", num tom de raiva.


O menino se deitou no chão e começou a espernear. Foi então que o pai o levantou pelo braço e lhe esbofeteou. Na hora o menino parou com o escândalo. Segundos depois de ambos se recomporem, começaram a caminhar em direção a saída. De repente o menino parou na frente do pai e lhe chutou a canela. O pai novamente o agarrou pelo braço, e puxando o menino, se dirigiram para a loja de brinquedos, e então o pai comprou o boneco para o filho.


Ele mostrou quem mandava ali.

quinta-feira, 20 de dezembro de 2007

Parei

Simplesmente... Parei!

segunda-feira, 17 de dezembro de 2007

O diário de Samanta

Querido diário, faz um tempinho que não escrevo, não é!? Andei meio ocupada. E hoje não estou nada bem. Tive uma briga com a Cá. E desde já, vou avisando que a culpa não foi minha. Bem, tudo começou com um scrap que deixaram no meu orkut. Era de um rapaz que eu havia add e eu nem sei quem é esse ser. Mas enfim, ele deixou esse scrap que dizia mais ou menos isso: “oi, loirassa”, desse jeito, com dois “s”... uó. Aliás, foram vários, e isso me irritou. Afinal eu sou ruivíssima e na foto do perfil e nas do álbum isso estava mais do que claro. Fui na página dele e deixei um scrap mais ou menos assim: “oi, e eu sou ruiva”. Curta e grossa. Mesmo assim, no dia seguinte ele ainda insistia em me chamar de “loirassa” (nem teve coragem de olhar no dicionário). Me estressou. Depois daquilo, resolvi dar um jeito na situação. Fiz o que nunca tinha feito antes: pintei o cabelo de loiro. Tirei uma foto, coloquei no perfil e também pendurei no meu mural (lindo, ai ai). Mesmo assim, a história se repetiu, só mudou o adjetivo: “oi, morenassa”. Me estressei de novo e pintei o cabelo de novo. Acontece que ele não se contentou. Novas adjetivos apareceram, novos looks também. Agora é que Cá entra na história. Contei o que estava acontecendo, ela se virou para mim e disse: “Porque não ignorou ele, afinal você nunca viu esse rapaz antes na sua vida e talvez nunca o veja”. Putz! Se ela tivesse me falado antes... depois ela não quer que eu fique zangada. Pensei que ela fosse minha amiga. Mas se fosse, meu mural não estaria parecendo um arco-íris. Acredite, até azul piscina tem ali, estou vendo daqui, e nem queira saber qual foi o adjetivo que ele usou. Hoje estou fazendo tratamento capilar. Sim, detonei meu coro cabeludo e cada fio que sai dele. Ah, recentemente ele deixou um scrap: “Oi, ruivassa”. Quero morrer!
Acabo por aqui, querido diário. Tenho que ir ao salão de beleza. Uó.
by Tais Carla B. Cassemiro

domingo, 9 de dezembro de 2007

MADA

Uma sala. Dentro dela, um grupo de 16 mulheres. Uma delas se levanta.
“Oi. Meu nome é Marta. Tenho 29 anos e sou uma mulher que ama demais. Bem, faz 4 anos que estou com meu atual marido e desde que começamos a namorar ele me bate. No começo eram tapinhas de leve, mas com o passar do tempo, esses tapas viraram socos. Só que eu nunca consegui deixá-lo porque eu o amo. Uma amiga minha disse que seria bom se eu freqüentasse esse grupo e aqui estou eu... Bem, às vezes ele não me machuca, mas outras fico realmente com algumas marcas roxas, tenho que admitir. Às vezes ele chega em casa e não fala nada, vem com tudo para cima de mim. Ele me pega de jeito e é tapa para cá... tapa para lá ... para cá... ai.. para lá... ui ...ui...bate mais.. ai... não pára...ui... cachorrão... bate, bate...”
Ela gesticulava com fervor enquanto as outras 15 mulheres a observavam, umas como se se imaginassem naquela situação, outras com repulsa.
Foi então que, depois de dar pequenos tapas no rosto como demonstração, Marta parou, olhou em volta e saiu com um sorriso radiante na cara. Nunca mais voltou.

by Tais Carla B. Cassemiro

quinta-feira, 6 de dezembro de 2007

Lógica

São tantos os caminhos
Nessa vida não vivida
Eis que me encontro...

Perdida!

by Taís Carla B. Cassemiro