Um dos meus feriados favoritos no mundo todo era a páscoa. Simplesmente porque nesse dia eu me transformava no verdadeiro “Coelhinho da Páscoa”. Duas semanas antes do dia de páscoa eu já estava de férias. Tinha feito todo o serviço no trabalho para meu chefe não reclamar.
Bem, há cinco anos eu fiz questão de aprender a fazer ovos de chocolate, agora eu mesma os fazia. Tinha tudo o que precisava: do chocolate até a cestinha. Mas o melhor de tudo era a fantasia de coelho que havia comprado há uns 3 anos. Toda branquinha e macia.
Não era apenas por diversão que eu fazia o que fazia. Gostava de alegrar as pessoas, principalmente crianças. Havia uma escola de crianças carentes há alguns quarteirões de casa. E era especialmente por elas que eu bancava a coelha.
Em duas semanas eu havia dado uma arrumada na fantasia e preparados os vários ovos de chocolate.
Finalmente no domingo estava tudo pronto para o grande dia. Até as seis da tarde foi praticamente tudo rotina. Depois comecei a me arrumar, pois havia combinado com a diretora que estaria lá na escola às oito da noite para fazer uma surpresa. Coloquei a fantasia, me maquiei, peguei a cesta e a forrei com os ovos.
Era hora de ir. Apaguei a luz de casa, abri a porta que dava para a rua. Foi aí que notei os pisca-piscas das casas vizinhas. Lindos, por sinal. Tranquei a porta e quando me virei, vi um velhinho gordo, barba branca, roupa vermelha, sentado num trenó, que era puxado por nove renas. Ele gritava: “Ho ho ho... Feliz Natal!
Nesse momento parei e pensei comigo: “Como tem gente perdida nesse mundo!”
Mas enfim, não tinha tempo para ficar ali observando aquela figura. Ajeitei as orelhas e sai saltitando em direção à escola.
Bem, há cinco anos eu fiz questão de aprender a fazer ovos de chocolate, agora eu mesma os fazia. Tinha tudo o que precisava: do chocolate até a cestinha. Mas o melhor de tudo era a fantasia de coelho que havia comprado há uns 3 anos. Toda branquinha e macia.
Não era apenas por diversão que eu fazia o que fazia. Gostava de alegrar as pessoas, principalmente crianças. Havia uma escola de crianças carentes há alguns quarteirões de casa. E era especialmente por elas que eu bancava a coelha.
Em duas semanas eu havia dado uma arrumada na fantasia e preparados os vários ovos de chocolate.
Finalmente no domingo estava tudo pronto para o grande dia. Até as seis da tarde foi praticamente tudo rotina. Depois comecei a me arrumar, pois havia combinado com a diretora que estaria lá na escola às oito da noite para fazer uma surpresa. Coloquei a fantasia, me maquiei, peguei a cesta e a forrei com os ovos.
Era hora de ir. Apaguei a luz de casa, abri a porta que dava para a rua. Foi aí que notei os pisca-piscas das casas vizinhas. Lindos, por sinal. Tranquei a porta e quando me virei, vi um velhinho gordo, barba branca, roupa vermelha, sentado num trenó, que era puxado por nove renas. Ele gritava: “Ho ho ho... Feliz Natal!
Nesse momento parei e pensei comigo: “Como tem gente perdida nesse mundo!”
Mas enfim, não tinha tempo para ficar ali observando aquela figura. Ajeitei as orelhas e sai saltitando em direção à escola.
Tais Carla B. Cassemiro